smart card ou nuvem para o certificado digital

Smart card, token, PC ou nuvem: qual é melhor para o certificado?

Smart card, token, PC ou plataformas de proteção do certificado digital que funcionam na nuvem são as quatro maneiras de o advogado guardar a certificação em um ambiente seguro. Mas, será que todas executam as mesmas funções? Pois, assim, escolher uma ou outra não faz diferença, certo?

É por isso que você está lendo este texto. Para entender em que aspectos o smart card é diferente do  token, o PC é diferente da nuvem e daí por diante. Trazemos essas informações para que a sua decisão sobre em qual manter a assinatura com certificado digital protegida seja baseada em conhecimento. Portanto, a seguir há tudo o que você precisa saber sobre cada forma de ter a certificação à disposição.

Entenda quando usar o smart card, o token, o PC ou a nuvem

1. Smart card

A grande maioria dos advogados usa o smart card como alternativa para ter o certificado digital. Mas, muitos nem sabem por quê. Muitos, quando questionados sobre o motivo de terem optado por um smart card, respondem que é em razão de a carteira profissional, emitida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), vir com o certificado dessa forma.

O que poucos advogados também sabem é o tipo de certificado que o smart card carrega. Caso a pergunta fosse feita para você, sobre qual é o seu certificado, você saberia responder?

Alguns dos advogados com os quais conversamos não sabem. E isso é verdadeiro. Aqueles com quem conversamos só descobriram o tipo de certificado que há no smart card que carregam para todos os lados depois de uma pergunta ser feita: o seu certificado é um cartão ou token (semelhante a um pen drive)? Os que responderam que era cartão, descobriram, na sequência, que o tipo de certificado que possuíam é o A3.

2. Token

Nenhum dos advogados com os quais conversamos apresentou um contra-argumento, esperado até, para a nossa resposta. Por que esperávamos que algo fosse dito? Porque o smart card e o token mantém salvo o mesmo tipo de certificado. Ou seja, tanto o smart card quanto o token são dispositivos para o armazenamento do certificado digital do tipo A3.

A única diferença entre ambos está no fato de que o smart card necessita de uma leitora de cartão. Dessa maneira, sempre que o advogado precisa usar o seu certificado, ele só consegue utilizá-lo se tiver consigo a leitora de cartão. Caso contrário, não terá como assinar qualquer tipo de documento com o certificado digital.

Já o token não exige nenhum outro tipo de dispositivo para poder ser usado. Requer apenas cuidado. Afinal, assemelha-se muito a um pen drive. Por esta razão, a chance de a mídia contendo o certificado ser confundida com o pen drive é alta. Uma forma de isso não acontecer é guardar cada um em locais separados. E não todos na mesma caixa da gaveta, por exemplo, por serem itens semelhantes.

3. PC

O certificado digital do tipo A3 não pode ser salvo no PC. Sendo assim, o advogado que optar por ter esse tipo de certificação é obrigado a escolher entre o smart card e o token para dispor de uma assinatura associada ao certificado.

No PC, somente são salvos certificados digitais do tipo A1. E o advogado pode escolher se é no computador de trabalho ou em alguma outra máquina que costuma utilizar. A questão é que esse tipo de certificado digital não pode acompanhar o advogado. Ou melhor, até pode, porém, para ter o certificado à disposição, ele terá de ter sempre consigo o computador.

Levar o computador, todas as vezes, até mesmo para as férias, ainda mais quando não há intenção de trabalhar, pode ser incômodo. Principalmente porque sempre haverá a preocupação em saber se o computador está em segurança. E ainda existe o risco de, por falta de hábito de estar com o computador em locais em que não se costuma levá-lo, ele ser esquecido.

4. Nuvem

Manter o certificado digital protegido na nuvem resolve o problema de mobilidade, especialmente do certificado digital do tipo A1. Como ele estará salvo em uma plataforma que pode ser acessada pela internet, a partir de qualquer tipo de navegador e independentemente de modelo de computador, não há com o que se preocupar.

Sempre que for necessário acessar o certificado digital, ele estará disponível. E o acesso pode ocorrer do computador que o hotel mantém à disposição dos hóspedes ou de uma lan house que fica no caminho de alguma reunião.

O Cofre Virtual é esse tipo de solução. Tudo o que um usuário precisa para tê-la À disposição é criar um cadastro e contratar um dos planos. Esse plano pode já incluir o certificado digital do tipo A1, para tornar ainda mais fácil a utilização.

Quer conhecer melhor essa solução que não só gera mobilidade, como também garante a segurança da certificação digital? É só baixar gratuitamente o e-book com os benefícios do Cofre Virtual.

 

Deixe seu comentário

cofrevirtual@softplan.com.br | +55 48 3027-8000
© 2018 Cofre Virtual - Todos os Direitos Reservados
Uma iniciativa
shares