gestão financeira do seu escritório de advocacia

Como você faz a gestão financeira do seu escritório de advocacia?

A gestão financeira do seu escritório de advocacia é o que garante a sua sustentabilidade e a da sua equipe, certo?

Caso você não faça uma boa gestão ou não possua um bom gestor, isso pode comprometer a saúde financeira de todos, não é mesmo? Apenas por esses questionamentos, já é possível compreender o quanto é importante fazer a gestão financeira do seu escritório de advocacia. Mas podemos citar outros motivos para você convencer-se de uma vez que é preciso aprimorar constantemente a maneira de gerir o seu escritório. Vamos lá:

– Evitar a perda de tempo com atividades operacionais que são importantes, mas não agregam muito valor;

– Maior controle sobre as situações que ocorrem no escritório de advocacia;

– Melhora na administração, capaz de prevenir perdas financeiras;

– Maior previsibilidade quanto ao crescimento e, consequentemente, quanto aos ganhos.

Quer entender melhor o que é a gestão financeira e a razão para dedicar um tempo a ela na sua atribulada rotina de trabalho? É só continuar acompanhando os próximos tópicos deste post.

O que é a gestão financeira do seu escritório de advocacia?

Comecemos pelo básico: o que é a gestão financeira? Em suma, é tudo o que está relacionado a procedimentos administrativos, investimentos e outros tipos de transações financeiras do escritório de advocacia. É por intermédio da gestão financeira que se faz a análise de resultados das receitas e despesas do escritórios e o planejamento das ações a serem executadas para haver crescimento. Deu para entender?

Então, basicamente, o que você vai precisar fazer agora é observar se o que você faz é realmente uma gestão financeira ou somente um paliativo para não deixar “a peteca cair”. Porque se for a segunda opção, é melhor acender o sinal de alerta. Um dia isso pode dar errado, mesmo que até aqui esteja dando certo. Em qualquer situação, para evitar riscos, é bom “ter a casa sempre arrumada”.

Afinal, quem consegue viver em uma casa bagunçada, com tudo fora do lugar? Brinquedos espalhados pela casa toda, roupas e calçados jogados na sala, no banheiros, nos quartos? Você se imagina em um lugar assim? Mesmo não sendo visível, apenas sentida, a falta de gestão financeira é como entrar em um lugar assim, em que se fica perdido, sem saber por onde começar a organizar.

Isso gera muitos transtornos. Por exemplo, torna mais difícil conceber ou seguir o planejamento estratégico, pois, muitas vezes, é preciso “descobrir um santo para cobrir o outro”, até se conseguir estabilizar as coisas. Também pode gerar inadimplência. Mesmo que os clientes estejam pagando em dia, o escritório pode não estar, com as contas no vermelho. Especialmente porque não existe um controle de fluxo de caixa eficiente. E por aí vai, com um problema desencadeando outro e mais outro. Como lidar?

É fácil não precisar lidar com esse tipo de situação. Basta entender quais são e implantar as ferramentas certas para fazer a gestão financeira do seu escritório de advocacia. As que sugerimos, são:

1- Conhecer as receitas e as despesas

Isso é o básico, mas sem o básico, não há como seguir. Portanto, não importa se em um bloco de papel, com um software de gestão ou uma planilha do Google, é preciso sentar e atualizar quais são os ganhos e quais são as despesas do escritório de advocacia. No fim, o resultado do cálculo receita – despesa é o que vai dar uma ideia clara sobre se a gestão financeira do seu escritório de advocacia está caminhando para um rumo azul, de poucas preocupações, ou percorrendo a zona vermelha.

Sendo o primeiro caso, o que você vai ter a fazer é analisar quais são os gastos, o que é que pode estar demais, o que é que pode estar de menos e no que é mais estratégico investir. Considerando o segundo cenário, a preocupação é maior e os questionamentos a se fazer são outros:

– Por que as despesas estão maiores que as receitas?

– O que é preciso cortar do orçamento?

– Que estratégia é possível utilizar para aumentar os ganhos e deixar tudo no azul?

Após encontrar essas respostas, é hora de definir ações e executá-las. Por exemplo, ao identificar a razão para as despesas estarem maiores que as receitas, então, planeje como reverter. Corte o que for possível, nem que seja apenas por um tempo, até tudo estar no eixo certo.

2- Planejar formas de reduzir custos

A dica acima é uma forma de reduzir custos, mas é um paliativo. Para impedir que o caixa fique no vermelho, o melhor a fazer é ter um olhar constante para as possíveis formas de reduzir custos. A tecnologia pode ser uma boa aliada nesse momento, por ser capaz de agregar várias funcionalidades, como armazenar o certificado digital na nuvem, deixando-o mais seguro e evitando a necessidade de investir em outro no caso de perda ou roubo.

3- Prever despesas, receitas e crescimento

O fato de comparar receitas e despesas ajuda a entender qual é o valor necessário para a manutenção da saúde financeira do escritório de advocacia, mas não é só isso. Também ajuda a entender quais são as principais despesas e prever o crescimento que é preciso ter para arcar com elas. Aluguel, luz, internet, telefone e outros insumos importantes para a realização do trabalho advocatício são reajustados periodicamente e é preciso estar preparado para arcar com essas despesas, sem deixar de também contar com uma reserva para quando for necessário.

4- Rever o seu valor

Em alguns casos, o que é possível notar é que a precificação dos honorários advocatícios podem estar abaixo do que deveriam para garantir a sustentabilidade do escritório de advocacia. Embora haja um certo receio em discutir a renovação da tabela de valores com os cliente, é algo válido, que pode fazer toda a diferença no equilíbrio financeiro.

Entenda que a renegociação dos valores com os clientes não é uma “tábua de salvação”, mas uma possibilidade de aumentar os ganhos quando usada da maneira certa, no momento apropriado. Uma forma de facilitar essa conversa com o seu cliente é seguir as dicas de como reajustar honorários advocatícios de quem já é cliente.

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